Apresentação


Ano Zero - do palco para o ecrã!  

Depois do grande sucesso que foi a organização dos Prémios de Teatro Guia dos Teatros 2007, o 

Guia dos Teatros dá o próximo salto, o salto para o FICAP, ano zero! 

 

Porquê o ano zero? Porque para começar alguma coisa é sempre necessário começar do zero e 

no caso de um festival como este o ditado aplica-se ainda com maior justeza. 

No Museu Nacional do Teatro, em Lisboa, o FICAP - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA 

DE ARTES PERFORMATIVAS apresenta aquela que será a sua edição zero de 20 a28 de 

Setembro próximo. 

 

Tendo como foco principal as artes performativas, como teatro, musica, circo e dança, o festival 

não deixará de ser uma janela para as outras artes como o próprio cinema, mostrando o que de 

melhor se faz na 7.ª Arte em todo o mundo. 

 

O FICAP - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE ARTES PERFORMATIVAS quer assim 

transformar-se no maior panorama internacional daquilo que se faz em cinema e vídeo, no que diz 

respeito à sua ligação às artes performativas, sendo assim um festival completamente aparte de 

todos os outros já existentes.  

 

Do panorama anual a exibir no festival haverá as secções oficiais de competição que se irão dividir 

em quatro partes: documentários e biografias, making of, espectáculos gravados e o cinema e as 

artes performativas. Por documentários entenda-se todas as obras que tratem um tema, um autor, 

um estilo, género, época ou qualquer outro tema relacionado com as artes performativas, depois 

os já habituais “making of…” de espectáculos ou peças de teatro, por espectáculos gravados 

referimo-nos a todos aqueles que sejam de teatro, musica, circo ou dança no seu sentido mais 

lato, em “o cinema e as artes performativas” serão englobados filmes onde as artes performativas 

sejam parte do todo. 

 

Nas secções informativas haverá uma Fora de Competição que englobará alguns filmes 

interessantes que por um ou outro motivo não caibam nas competições e ainda homenagens e 

retrospectivas, sendo escolhidos todos os anos, autores, actores, músicos, coreógrafos ou 

bailarinos, companhias de circo ou teatro, estilos ou genros diferentes, sendo que todos os anos 

haverá homenageados nacionais e internacionais.  

 

Para além de toda esta programação haverá ainda uns extras com concertos ou espectáculos, 

exposições, colóquios, debates ou conversas e ainda a edição do catálogo do festival.  

 

Este primeiro ano a aposta é a de apresentar ao público o projecto do festival, daí este ser 

denominado o ano zero. 

 

Frederico Corado 

Director